Antes…durante..depois..(a continuar) Antes…durante..depois..(a continuar) Antes…durante..depois..(a continuar) Antes…durante..depois..(a continuar) Antes…durante..depois..(a continuar) Antes…durante..depois..(a continuar)

Antes…durante..depois..(a continuar)

Saudades dessa época de namoro.

Mas prefiro estar casada com o pai maravilhoso dos meus filhotes.

lisyerizziolli:

Um ano de EUA. #feelingGodsprotection

Há 365 dias estou num país distante do meu.

Há 365 dias durmo em solo estrangeiro, pra onde Deus me designou vir com minha família.

Não vou dizer que foi fácil, nem que está sendo melhor no modo humano de veras coisas. Mas a cada dia aprendo mais, e não de uma só cultura.

Aprendo a dar valor aos que estão fazendo falta.

Aprendo a conviver com o mínimo. Tenha certeza que isso pode ser fácil. Diz o ditado que menos é mais, não é mesmo?

Agora o mais importante. Vivo com a certeza absoluta de que Deus NUNCA me deixa só.

Ele NUNCA deixa faltar qualquer tipo de alimento e até roupas.

É incrível estar experimentando viver dessa forma. Únicamente pela fé.

Ás vezes me pego pensando em estabilidade, futuro…

Mas quando os planos de Deus são mais altos dos que os seus, tenha certeza que Ele dirige da melhor forma.

E se você não achar que a forma de Deus é melhor, confie mesmo assim, pois Ele sabe pra quem dar os desafios diários. Dos mais pesados aos mais leves.

Eu vivo isso diariamente, e sei, confio e me entrego.

Aprender a confiar foi o lema desse ano.

She’s growing up so fast.

Not a baby anymore..

Há uma semana ela parou de mamar em mim.

Não tem como falar como é esse sentimento. Mas dar de comer pra um bebê é a melhor sensação do mundo.

No começo dói..isso no primeiro e no segundo filho.

Mas depois dói mesmo se você não amamenta.

Curti isso com a Annie, que com 18 meses e meio (um ano e meio) parou por conta própria de ter esse contato inigualável comigo.

Sinto que fiz o meu dever.

Todas as mulheres deveriam sentir o que é a amamentação.

Nunca mais somos as mesmas quando doamos de nós pra nosso bebê.

lisyerizziolli:

My Annie.
Minha preciosidade em forma de menininha que sempre pedi pra Deus.
lisyerizziolli:

My Annie.
Minha preciosidade em forma de menininha que sempre pedi pra Deus.
lisyerizziolli:

My Annie.
Minha preciosidade em forma de menininha que sempre pedi pra Deus.
lisyerizziolli:

My Annie.
Minha preciosidade em forma de menininha que sempre pedi pra Deus.
lisyerizziolli:

My Annie.
Minha preciosidade em forma de menininha que sempre pedi pra Deus.
lisyerizziolli:

My Annie.
Minha preciosidade em forma de menininha que sempre pedi pra Deus.
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My Annie.
Minha preciosidade em forma de menininha que sempre pedi pra Deus.
lisyerizziolli:

My Annie.
Minha preciosidade em forma de menininha que sempre pedi pra Deus.

lisyerizziolli:

My Annie.

Minha preciosidade em forma de menininha que sempre pedi pra Deus.

Uns dizem que está desatualizada.

Outros dizem que é mutável.

Outros se colocam no lugar de Deus, e fazem outras leis.

A verdade é que Ele nunca muda, e sua lei é perfeita.

Talvez não tão perfeita pra quem gosta da comodidade, ou até pra aqueles que amam seguir o que todos fazem.

A neve foi embora e o sol chegou.

Junto com o sol os insetos gigantes e a grama que ficou verde em 3 dias.

A chuva vindo rasteira e deixando as árvores colocarem suas roupas verdes, bordôs e multicolorindo o gramado com flores primaveris.

Ando vendo coisa boa em tudo depois de ter passado pelo momento mais tenso da minha vida.

Depois que a gente passa uma necessidade, seja física, espiritual e até emocional nos tornamos fortes. Mas fortes o suficiente pra depois nos tornarmos frios em outras coisas.

Como o ser humano (me incluo, óbvio) é forever yong pra não ver o tá pra vir, e ainda assim errar.

Como anseio a bondade eterna.

A coisa boa sem fim.

E tem gente ainda que não tem sonhos.

Pode ainda demorar anos, séculos ou segundos intermináveis pra alguns.

Pra mim Jesus é meu heróis. Sonho com Ele. Sonho com o céu.

Quero o céu pra ontem, pra agora. E sempre né?!

Mas tenho que fazer o bem..pra todo mundo. Mesmo errando mas olhando pra frente e principalmente pra cima.

A começar pelos meus filhos.

Amém?

Better days for everyone.

Que saudades desse tempo.

Mas nada é melhor que o tempo pra mostrar que o que tinha antes é fraco pra o que tem hoje.

Legendas alternativas:

My boy and his bean!

or

The bean and the prettiest guy ever!

or

Yes, it was freeeeezzzy. But actually I don’t care. I went there.

or

The bean in Chicago, close to the cuttest hansome men ever!

or

João e o feijão..ou o Feijão do João. BTW o joão é o de vermelho. Ass:. Pablo

hahaha

Num desses dias me perguntaram se eu estava grávida.
Puxaaa…seriously? Tá mto óbvio? hahahahhah
Ai gente. Nunca falem isso sem a própria pessoa falar e confirmar..rs.
Baita falta de senso néam? Num desses dias me perguntaram se eu estava grávida.
Puxaaa…seriously? Tá mto óbvio? hahahahhah
Ai gente. Nunca falem isso sem a própria pessoa falar e confirmar..rs.
Baita falta de senso néam? Num desses dias me perguntaram se eu estava grávida.
Puxaaa…seriously? Tá mto óbvio? hahahahhah
Ai gente. Nunca falem isso sem a própria pessoa falar e confirmar..rs.
Baita falta de senso néam?

Num desses dias me perguntaram se eu estava grávida.

Puxaaa…seriously? Tá mto óbvio? hahahahhah

Ai gente. Nunca falem isso sem a própria pessoa falar e confirmar..rs.

Baita falta de senso néam?

Estes dias estava pensando em escrever sobre meus sonhos.

Quando somos mais novos uma força motivadora toma conta do pequeno ser e pensamos que podemos ser tudo. Podemos mudar o mundo.

E me peguei pensando sobre isso até adormecer e sonhar que era médica que fez mestrado em estilismo de moda, que sempre que dava, noticiava em uma televisão. Acordei rindo da minha cara. Eu não achei isso um sinal, tanto porque jornalismo, medicina e moda talvez não se combinem tanto como o feijão e arroz. Mas se eu procurar mais pode até ser que eu ache.

Desde que me conhecia como menina, sonhava em ser estilista e modelista, por que gosto muito de moda e desenho de moda. Desenhava em todos os cadernos da escola, inventava modelitos de vestido de toalha de banho, e juntava folhas de revista que me inspiravam. Mas resolvi fazer jornalismo, pois era minha paixão.

Logo no último ano da faculdade fiz meu trabalho de conclusão de curso sobre moda e religião. Mas a paixão era tanta que arrumei um setor no meu ex-emprego de figurino, aí fiz um curso de figurino televisivo e realizei por um tempo esse meu sonho.

Agora sem trabalhar (em um emprego remunerado..rs..sou mãe, então trabalho pra dedéu), me vi sendo de tudo um pouco.

Sou a estilista dos mes filhos e do meu esposo.

Sou enfermeira da família e nutricionista também.

Sou quem ouve e aconselha, então a psicologia é meu ramo também.

Me atrevo a ensinar música, matemática, inglês, português, espanhol e até a cozinhar. Sou então professora de musicalização e tradutor e intérprete. Além de ser chef de cozinha por aqui. (HAHAHA EM CAPS LOCK).

Sou uma pessoa realizada por ser mãe.

Não sonho mais como antes. Sonho por meus filhos o melhor pra vida deles.

Sonho em ver um sorriso no final de cada choro. Sonho em correr pela grama, poeira ou até pela neve e ver que eles são meus para a aternidade.

Pro céu.

#purpuradetrombocitopenicaidiopatica

#itp

Scared..once again this’s happening to me? Oh my God. #purpuradetrombocitopenicaidiopatica

#itp

Scared..once again this’s happening to me? Oh my God.

#purpuradetrombocitopenicaidiopatica

#itp

Scared..once again this’s happening to me? Oh my God.

Deus sabe, Deus ouve, Deus vê.

Ser criança é muito bom.
Quem lembra de bons momentos de infância?
Eu lembro que minha mãe brincava comigo de boneca, vestia as barbies, fazias as roupas pra elas (muito estilista minha véia), dava “remedinho” pras outras bonequinhas, me ensinava a brincar de comidinhas, chás, e outras coisas de menina.
Meu pai por sua vez reunia eu e meu irmão pra brincar de vôlei na rua, futebol no quintal, fazia a gente suar na sala correndo e pulando. Nos estimulava ao esporte e a cansar. hehe
Os dois me ensinaram a usar o lúdico de maneira saudável.
Eu lia jornais e revistas (super interessante, readers digest, galileu) no tempo livre, e nas férias fazia resenhas de como era os dias, escrevendo coisas boas e ruins.
Meu pai e minha mãe sempre me estimularam a saber das coisas. Lembro-me até hoje de quando eles compraram o “guia dos curiosos”, um livro falando de invenções, datas e fatos curiosos. Amava.
Hoje, eu com meus dois filhos não tenho tantos recursos quanto meus pais tinham (dinheiro e clima). Mas boa vontade e criatividade não me faltam.
Brinco com eles, invento coisas pra fazer nos três cômodos de casa, afugento os choros aburridos de crianças infurnadas o dia todo em casa, pulo, danço, faço simplesmente de tudo. Pesquiso brincadeiras pra dentro de casa (nesse inverno rigoroso, chegou a fazer menos 40 graus célsius, e diariamente, durante dois meses, menos 10 graus célsius era coisa básica..)
Brincar com nossos filhos faz parte do crescimento deles. Estimulá-los a pensar, criar e inventar coisas pra fazer é trabalho da mãe, ou pai, que ficam em casa.
Imagino que seres humanos melhores tem que ter um pouco da criança em si. Ser criança é muito bom.
Quem lembra de bons momentos de infância?
Eu lembro que minha mãe brincava comigo de boneca, vestia as barbies, fazias as roupas pra elas (muito estilista minha véia), dava “remedinho” pras outras bonequinhas, me ensinava a brincar de comidinhas, chás, e outras coisas de menina.
Meu pai por sua vez reunia eu e meu irmão pra brincar de vôlei na rua, futebol no quintal, fazia a gente suar na sala correndo e pulando. Nos estimulava ao esporte e a cansar. hehe
Os dois me ensinaram a usar o lúdico de maneira saudável.
Eu lia jornais e revistas (super interessante, readers digest, galileu) no tempo livre, e nas férias fazia resenhas de como era os dias, escrevendo coisas boas e ruins.
Meu pai e minha mãe sempre me estimularam a saber das coisas. Lembro-me até hoje de quando eles compraram o “guia dos curiosos”, um livro falando de invenções, datas e fatos curiosos. Amava.
Hoje, eu com meus dois filhos não tenho tantos recursos quanto meus pais tinham (dinheiro e clima). Mas boa vontade e criatividade não me faltam.
Brinco com eles, invento coisas pra fazer nos três cômodos de casa, afugento os choros aburridos de crianças infurnadas o dia todo em casa, pulo, danço, faço simplesmente de tudo. Pesquiso brincadeiras pra dentro de casa (nesse inverno rigoroso, chegou a fazer menos 40 graus célsius, e diariamente, durante dois meses, menos 10 graus célsius era coisa básica..)
Brincar com nossos filhos faz parte do crescimento deles. Estimulá-los a pensar, criar e inventar coisas pra fazer é trabalho da mãe, ou pai, que ficam em casa.
Imagino que seres humanos melhores tem que ter um pouco da criança em si. Ser criança é muito bom.
Quem lembra de bons momentos de infância?
Eu lembro que minha mãe brincava comigo de boneca, vestia as barbies, fazias as roupas pra elas (muito estilista minha véia), dava “remedinho” pras outras bonequinhas, me ensinava a brincar de comidinhas, chás, e outras coisas de menina.
Meu pai por sua vez reunia eu e meu irmão pra brincar de vôlei na rua, futebol no quintal, fazia a gente suar na sala correndo e pulando. Nos estimulava ao esporte e a cansar. hehe
Os dois me ensinaram a usar o lúdico de maneira saudável.
Eu lia jornais e revistas (super interessante, readers digest, galileu) no tempo livre, e nas férias fazia resenhas de como era os dias, escrevendo coisas boas e ruins.
Meu pai e minha mãe sempre me estimularam a saber das coisas. Lembro-me até hoje de quando eles compraram o “guia dos curiosos”, um livro falando de invenções, datas e fatos curiosos. Amava.
Hoje, eu com meus dois filhos não tenho tantos recursos quanto meus pais tinham (dinheiro e clima). Mas boa vontade e criatividade não me faltam.
Brinco com eles, invento coisas pra fazer nos três cômodos de casa, afugento os choros aburridos de crianças infurnadas o dia todo em casa, pulo, danço, faço simplesmente de tudo. Pesquiso brincadeiras pra dentro de casa (nesse inverno rigoroso, chegou a fazer menos 40 graus célsius, e diariamente, durante dois meses, menos 10 graus célsius era coisa básica..)
Brincar com nossos filhos faz parte do crescimento deles. Estimulá-los a pensar, criar e inventar coisas pra fazer é trabalho da mãe, ou pai, que ficam em casa.
Imagino que seres humanos melhores tem que ter um pouco da criança em si. Ser criança é muito bom.
Quem lembra de bons momentos de infância?
Eu lembro que minha mãe brincava comigo de boneca, vestia as barbies, fazias as roupas pra elas (muito estilista minha véia), dava “remedinho” pras outras bonequinhas, me ensinava a brincar de comidinhas, chás, e outras coisas de menina.
Meu pai por sua vez reunia eu e meu irmão pra brincar de vôlei na rua, futebol no quintal, fazia a gente suar na sala correndo e pulando. Nos estimulava ao esporte e a cansar. hehe
Os dois me ensinaram a usar o lúdico de maneira saudável.
Eu lia jornais e revistas (super interessante, readers digest, galileu) no tempo livre, e nas férias fazia resenhas de como era os dias, escrevendo coisas boas e ruins.
Meu pai e minha mãe sempre me estimularam a saber das coisas. Lembro-me até hoje de quando eles compraram o “guia dos curiosos”, um livro falando de invenções, datas e fatos curiosos. Amava.
Hoje, eu com meus dois filhos não tenho tantos recursos quanto meus pais tinham (dinheiro e clima). Mas boa vontade e criatividade não me faltam.
Brinco com eles, invento coisas pra fazer nos três cômodos de casa, afugento os choros aburridos de crianças infurnadas o dia todo em casa, pulo, danço, faço simplesmente de tudo. Pesquiso brincadeiras pra dentro de casa (nesse inverno rigoroso, chegou a fazer menos 40 graus célsius, e diariamente, durante dois meses, menos 10 graus célsius era coisa básica..)
Brincar com nossos filhos faz parte do crescimento deles. Estimulá-los a pensar, criar e inventar coisas pra fazer é trabalho da mãe, ou pai, que ficam em casa.
Imagino que seres humanos melhores tem que ter um pouco da criança em si. Ser criança é muito bom.
Quem lembra de bons momentos de infância?
Eu lembro que minha mãe brincava comigo de boneca, vestia as barbies, fazias as roupas pra elas (muito estilista minha véia), dava “remedinho” pras outras bonequinhas, me ensinava a brincar de comidinhas, chás, e outras coisas de menina.
Meu pai por sua vez reunia eu e meu irmão pra brincar de vôlei na rua, futebol no quintal, fazia a gente suar na sala correndo e pulando. Nos estimulava ao esporte e a cansar. hehe
Os dois me ensinaram a usar o lúdico de maneira saudável.
Eu lia jornais e revistas (super interessante, readers digest, galileu) no tempo livre, e nas férias fazia resenhas de como era os dias, escrevendo coisas boas e ruins.
Meu pai e minha mãe sempre me estimularam a saber das coisas. Lembro-me até hoje de quando eles compraram o “guia dos curiosos”, um livro falando de invenções, datas e fatos curiosos. Amava.
Hoje, eu com meus dois filhos não tenho tantos recursos quanto meus pais tinham (dinheiro e clima). Mas boa vontade e criatividade não me faltam.
Brinco com eles, invento coisas pra fazer nos três cômodos de casa, afugento os choros aburridos de crianças infurnadas o dia todo em casa, pulo, danço, faço simplesmente de tudo. Pesquiso brincadeiras pra dentro de casa (nesse inverno rigoroso, chegou a fazer menos 40 graus célsius, e diariamente, durante dois meses, menos 10 graus célsius era coisa básica..)
Brincar com nossos filhos faz parte do crescimento deles. Estimulá-los a pensar, criar e inventar coisas pra fazer é trabalho da mãe, ou pai, que ficam em casa.
Imagino que seres humanos melhores tem que ter um pouco da criança em si.

Ser criança é muito bom.

Quem lembra de bons momentos de infância?

Eu lembro que minha mãe brincava comigo de boneca, vestia as barbies, fazias as roupas pra elas (muito estilista minha véia), dava “remedinho” pras outras bonequinhas, me ensinava a brincar de comidinhas, chás, e outras coisas de menina.

Meu pai por sua vez reunia eu e meu irmão pra brincar de vôlei na rua, futebol no quintal, fazia a gente suar na sala correndo e pulando. Nos estimulava ao esporte e a cansar. hehe

Os dois me ensinaram a usar o lúdico de maneira saudável.

Eu lia jornais e revistas (super interessante, readers digest, galileu) no tempo livre, e nas férias fazia resenhas de como era os dias, escrevendo coisas boas e ruins.

Meu pai e minha mãe sempre me estimularam a saber das coisas. Lembro-me até hoje de quando eles compraram o “guia dos curiosos”, um livro falando de invenções, datas e fatos curiosos. Amava.

Hoje, eu com meus dois filhos não tenho tantos recursos quanto meus pais tinham (dinheiro e clima). Mas boa vontade e criatividade não me faltam.

Brinco com eles, invento coisas pra fazer nos três cômodos de casa, afugento os choros aburridos de crianças infurnadas o dia todo em casa, pulo, danço, faço simplesmente de tudo. Pesquiso brincadeiras pra dentro de casa (nesse inverno rigoroso, chegou a fazer menos 40 graus célsius, e diariamente, durante dois meses, menos 10 graus célsius era coisa básica..)

Brincar com nossos filhos faz parte do crescimento deles. Estimulá-los a pensar, criar e inventar coisas pra fazer é trabalho da mãe, ou pai, que ficam em casa.

Imagino que seres humanos melhores tem que ter um pouco da criança em si.